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SEGURANÇA: COMO MANTER A CASA SEGURA PARA OS IDOSOS?

Facilitar o dia a dia dos idosos é importante não só para a sua segurança, mas também para a sua saúde, qualidade de vida e bem-estar. Entenda mais sobre o assunto!

 

O envelhecimento é uma certeza da vida e inevitavelmente exige maiores cuidados quanto a segurança dos já idosos. Entender como manter a casa segura para a população mais velha garante muito mais autonomia e independência ao idoso, além de acarretar em diversos outros benefícios que podem ser vistos a seguir:

 

Como manter a casa mais segura para os idosos? 

  • Garanta um andar seguro

Casas que levam as pessoas de idade a andar em vários cômodos são, sem sombra de dúvidas, arriscadas para sua integridade física.

Por isso é preciso adaptar corredores do apartamento ou da casa para que seja possível caminhar de um lugar para o outro sem dificuldades.

Você pode colocar um corrimão em todas as paredes que levam aos cômodos da casa, e dessa maneira, o idoso pode contar com um apoio para andar de modo mais firme.

Além disso, instale sensores de presença para que as luzes se acendam sem que seja preciso que ele procure o interruptor no escuro. Para prevenir escorregões, tropeços e esbarrões, retire tapetes, móveis, cômodas ou quaisquer outros obstáculos que podem prejudicar a locomoção.

  • Cuidado com escadas

Adultos e crianças também tropeçam e podem se machucar nas escadas, então imagine como elas são perigosas para os idosos.

O ideal é que as casas com idosos tenham uma rampa com corrimão e piso antiderrapante. Caso não seja possível, coloque sinalizadores nos degraus das escadas para ajudar a visualização, e mantenha o local bem iluminado e não se esqueça de providenciar um corrimão para apoio.

  • Adapte o banheiro

O banheiro é uma área de risco, pois azulejos lisos e molhados são a receita certa para quedas inesperadas.

Para prevenir acidentes graves, providencie alguns tapetes de borracha que podem ser fixados ao chão para evitar que o piso se torne muito escorregadio.

Faça algumas adaptações para que seja possível usar o banheiro com mais segurança, colocando barras de apoio dentro do boxe, ao lado da pia e do vaso sanitário.

Outra mudança positiva, eleve o assento do vaso sanitário, pois flexionar menos as pernas dá mais estabilidade ao idoso e ajuda na hora de se levantar.

  • Deixe os fios fixados nas paredes

Hoje em dia é muito comum que usemos computadores e os fios e cabos ficam espalhados no chão. O problema disso é que quando não enxergamos tão bem, e temos menos controle sobre nossos movimentos, é fácil se enroscar nesses fios e tropeçar.

Por isso, fixe os fios na parede com a ajuda de canteiras ou de fitas isolantes, e deixe o chão livre de obstáculos.

  • Troque as maçanetas para o tipo alavanca

Algumas maçanetas são duras e difíceis de abrir. No caso do idoso, se a maçaneta for muito dura ou escorregadia, ele pode ficar preso em um cômodo, já que ele não tem mais a força nas mãos.

Nesse caso, adote maçanetas do tipo alavanca, que não requerem tanto esforço para serem usadas.

 

Como a casa de repouso são adaptadas para segurança dos idosos?

As casas de repouso são totalmente adaptadas para a hospedagem segura do idoso. O objetivo é fortalecer sua segurança garantir ao idoso total amparo e segurança. Além das instalações, os profissionais de saúde estão sempre atentos a integridade física dos idosos para que nenhum tipo de acidente possa afetar sua saúde.

Na Clínica Riviera além de contar com todos os benefícios de ambientes projetos, o idoso e seus familiares tem total segurança com portaria 24h, câmera de vigilância e atendimento assistencial 24h. Entre em contato com nossa equipe e conheça nosso espaço agendando a sua visita!

 

 

conteúdo: guiadoidoso

 

 

70% DO ENVELHECIMENTO SÃO HÁBITOS DE VIDA!

O corpo se desgasta por dois motivos, um deles é genético. O outro são os fatores externos como estresse, álcool, tabaco e sol.

A velocidade da marcha é um dos cinco sinais para avaliar a condição do idoso no futuro. Os outros sinais são: a frequência do pulso, a frequência respiratória, a temperatura e a pressão arterial. O envelhecimento é caracterizado por um declínio do organismo, que pode ocasionar redução de força, perda de mobilidade articular e sensoriais, que prejudicam a capacidade coordenativa. Estas situações aliadas ao sedentarismo, geralmente diminuem a mobilidade geral com alteração no equilíbrio e na marcha.

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O processo de envelhecimento está associado a modificações no padrão da marcha e no equilíbrio e a diminuição dela tem relação com a diminuição da expectativa de vida.

O envelhecimento começa aos 28 anos. O corpo se desgasta por dois motivos, um deles é a limitação biológica e genética, o outro são os fatores externos como o estresse, o álcool, o tabaco e o sol. Apenas 30% do envelhecimento é genético, os outros 70% são os hábitos de vida.

 

 

fonte: G1

CLÍNICA RIVIERA: VANTAGENS DAS CLÍNICAS DE REPOUSO COM PROFISSIONAIS 24HR

Pode parecer exagero mas com o passar da idade os idosos tendem a necessitar de atendimento monitorado, muitas vezes por 24hr. Apesar da cuidado e carinho da família, a assistência profissional ao idoso pode ser um incremento fundamental na garantia de seu bem-estar e saúde. Isso porque, conforme a correria do dia a dia de seus familiares e amigos, muitas vezes esse idoso pode se sentir solitário e desamparado.

Nesta fase, contar com o auxilio de profissionais experientes que trabalham em casa de repouso e hospedagens geriátricas pode ser fundamental para a promoção e a manutenção da qualidade de vida desta faixa etária. Entenda tudo sobre o assunto:

QUANDO HOSPEDAR MEU FAMILIAR EM UMA CLÍNICA PARA IDOSOS?

Inicialmente devemos desmitificar o mito que circula entre a população sobre clínicas de repouso e asilos. Uma clínica geriátrica tem a função de cuidar e amparar os idosos durante sua estadia no local. Um outro mito é acreditar que inserindo os idosos nestes espaços faz deles pessoas suscetíveis ao abandono ou a maus tratos e isso não e verdade!

É fundamental e exigência de muitas clínicas que o familiar acompanhe e realize visitas frequentes aos idosos afim de acompanhar a evolução e seu bem estar durante a hospedagem.

É importante deixarmos claro que, hospedar o idoso dentro de clinicas geriátricas não é e não deve ser uma decisão apenas dos familiares; é importante  que o idoso queira e participe da decisão. Explicar a situação também é importante para que sua estadia seja curtida e vivida da melhor maneira possível!

VANTAGENS QUE AS CLÍNICAS GERIÁTRICAS COM PROFISSIONAIS 24HR OFERECEM

Após conhecer e desmistificar mitos sobre as casas de repouso que tal conhecermos as vantagens de adquirir um serviço especializado com profissionais 24hr por dia? Continue a leitura e descubra todas as vantagens que seu familiar pode receber na Clínica Riviera:

1- SEGURANÇA COM PORTARIA MONITORADA 24HR 

Muito mais segurança com portaria e câmeras de vigilância atentas e ligadas 24hr por dia. Além disso, os familiares podem acompanhar tudo o que acontece na clínica em tempo real através de login e senha individuais e intrasferíveis.

2- CUIDADOS CONTÍNUOS DA EQUIPE DE ENFERMAGEM 

Nossa equipe de enfermagem está sempre atenta aos idosos para que não ocorra nenhum tipo de acidente doméstico ou desamparo durante alguma atividade, além disso, contamos com profissionais capacitados no cuidado humanizado e na oferta de muito cuidado e carinho!

3- OBRIGAÇÕES REALIZADAS NOS HORÁRIOS CORRETOS 

Algumas atividades passam a se de responsabilidade dos profissionais de saúde quando acompanham os idosos nas clinicas. E duas das obrigações diárias são quanto ao uso de medicações e a alimentação dos hóspedes por exemplo.

4- AUXÍLIO AO IDOSO EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA 

Nós da Clínica Riviera desejamos que todos os nossos hóspedes sejam independentes afim de despertar a sua capacidade social e individual. Desta forma, nossos profissionais auxiliam quando por algum motivo o idoso pede e/ou se sente com dificuldade na realização das tarefas. Ajudar não significa fazer a tarefa e sim incentiva-los na realização. Este é um de nossos compromissos com cada hóspede e seus familiares.

5- SEM DESCULPA PARA O ESQUECIMENTO

Com passar da idade a memória do idoso fica cada vez mais falha, mas na Clínica Riviera nosso profissionais seguem cronogramas diários para ajudar e auxiliar os idosos com qualquer obrigação diária que necessite, como tomar banho ou escovar os dentes por exemplo. Qualquer que seja o detalhe, nosso profissionais estão a postos, sem que está ajuda retire ou limite a liberdade do idoso.

 

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Atividades físicas para os idosos praticarem em casa

terceira idade é uma fase da vida em que o corpo e a mente passam por diversas transformações, e é fundamental cuidar da saúde para manter a qualidade de vida nessa fase. A atividade física é uma das maneiras mais eficazes de manter a saúde em dia, mas muitos idosos enfrentam dificuldades para praticar exercícios em academias ou ao ar livre. Felizmente, existem diversas atividades físicas que podem ser realizadas em casa e que são excelentes para a terceira idade. Neste artigo, listamos 10 atividades físicas para a terceira idade se exercitar em casa.

  1. Caminhada em casa: caminhar é uma das atividades físicas mais simples e eficazes para a terceira idade. É possível caminhar dentro de casa, em um espaço amplo como um corredor ou uma sala, ou mesmo subindo e descendo escadas.
  2. Alongamento: o alongamento é uma atividade física que ajuda a melhorar a flexibilidade, a circulação e a postura. É recomendável realizar pelo menos 10 minutos de alongamento por dia.
  3. Exercícios de fortalecimento muscular: exercícios de fortalecimento muscular, como flexões de braço e agachamentos, ajudam a manter a força e a resistência muscular. É importante realizar esses exercícios com orientação profissional.
  4. Dança: a dança é uma atividade física que pode ser realizada em casa e que traz diversos benefícios para a saúde, como melhora da coordenação motora e do equilíbrio.
  5. Yoga: a yoga é uma atividade física que combina exercícios de alongamento, respiração e meditação, e que é excelente para a saúde física e mental.
  6. Pilates: o pilates é uma atividade física que ajuda a melhorar a flexibilidade, a postura e a força muscular, e que pode ser realizada em casa com equipamentos simples, como uma bola de pilates.
  7. Bicicleta ergométrica: a bicicleta ergométrica é um equipamento que permite realizar exercícios cardiovasculares em casa, e que é indicado para idosos que buscam melhorar a saúde do coração e dos pulmões.
  8. Hidroginástica: a hidroginástica é uma atividade física que pode ser realizada em uma piscina em casa ou em um clube, e que ajuda a melhorar a saúde cardiovascular e respiratória.
  9. Natação: a natação é uma atividade física que pode ser realizada em piscinas em casa ou em clubes, e que é excelente para a saúde cardiovascular e respiratória.
  10. Tai chi chuan: o tai chi chuan é uma atividade física que combina exercícios de alongamento, respiração e meditação, e que é excelente para a saúde física e mental.

A terceira idade é uma fase da vida em que a atividade física é essencial para manter a saúde em dia. Com essas 10 atividades físicas que podem ser realizadas em casa, é possível manter o corpo e a mente saudáveis e ativos, melhorando a qualidade de vida e a independência na terceira idade. Lembre-se de sempre realizar atividades físicas com orientação profissional, especialmente se trata-se de exercícios de fortalecimento muscular. Além disso, é importante respeitar os limites do corpo e não forçar demais os músculos e articulações.

Lembre-se também de que a atividade física deve ser complementada por uma alimentação saudável e equilibrada, além de uma boa hidratação. Consulte um profissional de saúde para obter orientações sobre a alimentação adequada para a terceira idade.

Por fim, é importante destacar que a prática regular de atividade física traz inúmeros benefícios para a terceira idade, como a melhora da mobilidade, da capacidade cognitiva e da qualidade do sono, além de contribuir para a prevenção de doenças crônicas. Portanto, não deixe de incluir atividades físicas em sua rotina diária e desfrute de uma vida mais saudável e ativa na terceira idade.

 

 

texto extraído de: guiadoidoso

COMODIDADE EM CASAS DE REPOUSO PARA IDOSOS

À medida que a população envelhece, cresce a demanda por casas de repouso que ofereçam cuidados de qualidade e promovam o bem-estar dos idosos. Escolher a casa de repouso adequada é fundamental para garantir que os idosos tenham uma vida confortável, segura e feliz. Este artigo aborda as comodidades e serviços essenciais que uma casa de repouso de qualidade deve oferecer para garantir a melhor qualidade de vida possível para os idosos.

  1. Ambiente seguro e acessível

É essencial que a casa de repouso ofereça um ambiente seguro e acessível para os idosos. Isso inclui rampas, corrimãos, pisos antiderrapantes e iluminação adequada em todas as áreas comuns e privadas. Além disso, deve haver dispositivos de segurança, como alarmes de incêndio, sistemas de monitoramento e pessoal treinado para lidar com emergências.

  1. Acomodações confortáveis

As acomodações em uma casa de repouso devem ser confortáveis, limpas e bem conservadas. Os quartos devem ser espaçosos, bem iluminados e ventilados, com mobiliário adequado às necessidades dos idosos. Além disso, é importante que os residentes tenham a opção de personalizar seus espaços para se sentirem em casa.

  1. Cuidados médicos e enfermagem

A casa de repouso deve contar com uma equipe de profissionais de saúde qualificados, incluindo médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem, para garantir que os idosos recebam cuidados adequados às suas necessidades. Isso inclui a administração de medicamentos, monitoramento da saúde e tratamento de quaisquer condições médicas que possam surgir.

  1. Atividades recreativas e sociais

Para garantir a qualidade de vida dos idosos, é fundamental que a casa de repouso ofereça uma variedade de atividades recreativas e sociais. Isso inclui atividades físicas, como alongamento e caminhadas, atividades cognitivas, como jogos e quebra-cabeças, e atividades sociais, como eventos comemorativos e encontros familiares. Essas atividades ajudam a manter os idosos mental e fisicamente ativos e a promover a socialização entre os residentes.

  1. Nutrição adequada

A alimentação é um aspecto crucial da saúde e bem-estar dos idosos. A casa de repouso deve fornecer refeições balanceadas e nutritivas, levando em consideração as necessidades dietéticas e preferências de cada residente. Além disso, é importante que o ambiente de refeição seja agradável e que os idosos possam desfrutar de suas refeições em companhia de outros residentes.

  1. Suporte emocional e espiritual

O suporte emocional e espiritual é fundamental para garantir a qualidade de vida dos idosos. A casa de repouso deve contar com profissionais, como psicólogos e conselheiros espirituais, que possam oferecer apoio emocional e orientação aos residentes. Além disso, deve ser encorajado o envolvimento dos familiares e amigos no processo de cuidado e adaptação dos idosos à casa de repouso, proporcionando um ambiente acolhedor e familiar.

  1. Manutenção da autonomia e independência

Uma casa de repouso de qualidade deve incentivar os idosos a manterem sua autonomia e independência sempre que possível. Isso inclui permitir que os residentes participem das decisões que afetam suas vidas diárias, como escolha de atividades, horários e preferências alimentares. Além disso, a equipe deve estar preparada para oferecer o apoio necessário para que os idosos realizem suas atividades diárias com segurança e confiança.

As comodidades e serviços essenciais em uma casa de repouso são fundamentais para garantir a qualidade de vida dos idosos. Ao escolher a instituição ideal, é importante considerar aspectos como ambiente seguro e acessível, acomodações confortáveis, cuidados médicos e de enfermagem, atividades recreativas e sociais, nutrição adequada, suporte emocional e espiritual e manutenção da autonomia e independência. Ao garantir que esses critérios sejam atendidos, é possível proporcionar aos idosos uma vida mais feliz, saudável e gratificante durante sua estadia em uma casa de repouso.

 

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texto extraído de: guiadoidoso

DORES NOS PÉS: COMO EVITAR O DESCONFORTO?

Exercícios físicos e fisioterapia são fundamentais como agentes para diminuição da dor nos pés.

Eles são o suporte do nosso corpo e responsáveis pela nossa locomoção: os pés. Entretanto, conforme a idade vai chegando, os pés vão dando também mais trabalho e vão se alterando. Dedos podem deformar, a artrose chega e os cuidados são essenciais.

Com o envelhecimento há uma perda de massa muscular e laceamento dos ligamentos. Por isso, os pés ficam mais largos. E uma das dicas da fisioterapeuta do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas Ana Paula Monteiro é usar sapatos adequados para os pés.

Qual o sapato ideal para o idoso?

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  1. Confortável
  2. Estruturado
  3. Fácil para ser colocado
  4. Solado externo de borracha
  5. Solado interno um pouco acima do solo
  6. Leve

Falta de sensibilidade nos pés, artrose, joanete, dedos em garra e dedos cruzados são os problemas mais frequentes nos pés dos idosos. Esses problemas interferem na pisada e na postura do idoso. A pisada errada vai desestruturando o corpo todo.

A importância dos exercícios

Os exercícios de fisioterapia podem ajudar os pés dos idosos. Eles soltam as articulações e fortalecem a musculatura dos pés, melhorando a dor, pois a inflamação diminui. Os exercícios também dão equilíbrio.

extraído de: G1

UM PAPO SOBRE A OSTEOPOROSE

Você sabia que a osteoporose em idosos pode ser ignorada por muitos? Isso porque a osteoporose é uma condição silenciosa que requer atenção médica! Confira no artigo de hoje tudo sobre a OSTEOPOROSE EM IDOSOS! 

 

O que é a osteoporose?

A osteoporose é a redução da resistência dos ossos causada por diversos fatores. O envelhecimento é uma causa importante, já que, com o tempo, a renovação óssea é reduzida. Explicando melhor, o osso é uma estrutura que precisa ser renovada para se manter saudável. Isso acontece com o cálcio e outras substâncias que, com o envelhecimento, vão diminuindo gradualmente.

Já em quem apresenta osteoporose, por algum motivo, o corpo deixa de produzir material ósseo suficiente para continuar resistente. Em alguns casos, a massa óssea antiga pode ser reabsorvida pelo organismo. Mas existem casos que acontecem as duas situações.

Sem material ósseo o bastante, os ossos ficam mais fracos e finos, sujeitos às fraturas.

E por falar em perda de massa óssea, você já ouviu falar em osteopenia? Ela é uma condição fisiológica que precede a osteoporose.

Quando o paciente tem até 25% menos massa óssea considerada normal, ele apresenta osteopenia. Quando a perda é maior que isso, já é osteoporose.

A osteoporose em idosos é uma das grandes causas das fraturas do fêmur (osso da coxa). Em muitos casos, o paciente acha que caiu e quebrou o osso, quando, na verdade, fraturou o osso e por isso houve a queda. Por esse motivo é tão importante o acompanhamento médico para garantir a boa saúde dos ossos e evitar essas situações desagradáveis.

Quais são as causas da osteoporose em idosos?

Se a osteoporose é a remodelação óssea ineficiente, o que leva a acontecer isso? Por que o corpo não consegue produzir massa óssea nova ou qual é o motivo da reabsorção óssea ser tão intensa a ponto de causar fragilidade no tecido?

Nesta seção do artigo, separamos as principais explicações e informações para você saber tudo sobre a osteoporose em idosos.

Deficiência de Cálcio

Não é à toa que dizem que a amamentação faz bem para os ossos. Isso porque o alimento materno é rico em cálcio, um mineral essencial para a formação adequada da massa óssea. Enquanto somos jovens, nosso organismo usa cálcio para formar os ossos, que também atuam como uma reserva do mineral. Afinal, o nutriente tem outras funções importantíssimas no organismo, como o trabalho do coração.

Quando há um equilíbrio no metabolismo dos nossos ossos, ele retira e repõe o cálcio com facilidade e sem prejudicar a estrutura. Porém, se a ingestão do cálcio é insuficiente ou o organismo não consegue absorvê-lo adequadamente, a produção de massa óssea pode ser gravemente afetada. Como corpo não pode ficar sem as outras funções do cálcio, ele retira o mineral do osso, deixando o esqueleto frágil.

Envelhecimento

O envelhecimento é uma das principais causas. Até os nossos 20 anos, há o crescimento dos ossos. Após isso, apenas a densidade é aumentada até completarmos 35 anos, aproximadamente. A partir daí, a perda óssea é gradativa, como um processo normal do envelhecimento. No entanto, se não formamos um estoque adequado de massa óssea, o resultado pode ser osteopenia e, consequentemente, osteoporose, caso não seja diagnosticada a tempo e tratada.

Menopausa

Outro processo que também diminui a densidade óssea é a menopausa. Enquanto a mulher está em período fértil, o hormônio chamado estrogênio retarda a reabsorção dos ossos, além de fixar o cálcio na massa óssea reforçando o esqueleto.

Com a menopausa e a queda brusca na produção desse hormônio, a densidade óssea fica comprometida, já que já uma redução também nos benefícios que ele traz para os ossos. Dessa maneira, nos primeiros anos pós-menopausa pode haver perda acelerada de massa óssea.

Doenças e medicamentos

Algumas doenças são responsáveis pela osteoporose, principalmente quando falamos de pacientes jovens. Além disso, existem medicamentos que também favorecem a redução da massa óssea e que podem levar à fragilidade dos ossos. Veja algumas dessas situações.

  • hipertireoidismo;
  • doenças renais;
  • doença celíaca;
  • doenças inflamatórias intestinais;
  • doenças reumáticas;
  • síndrome de Cushing;
  • acromegalia;
  • remédios: glicocorticoides, hormônios tireoidianos, varfarina, antiepiléticos, heparina, lítio e outros.

Quais são os fatores de risco?

Todo mundo está propenso a apresentar a osteoporose. Entretanto, algumas pessoas apresentam fatores que aumentam os riscos de surgimento da doença. Para você ficar por dentro, listamos alguns deles. Olhe só:

  • pessoas orientais;
  • histórico familiar de osteoporose;
  • tabagismo;
  • sedentarismo;
  • baixa exposição ao sol (por conta da vitamina D que ajuda na fixação do cálcio nos ossos);
  • histórico de fratura prévia;
  • baixo consumo de cálcio;
  • alcoolismo;
  • ausência de menstruação por longo tempo;
  • baixo peso corporal.

Quais são os sintomas?

Assim como diversas doenças silenciosas, a osteoporose não tem sintomas expressivos, que demonstrem a sua presença sem grandes danos. Quando o paciente começa a desconfiar é porque já apresenta algum problema, na maioria dos casos, como fraturas no punho, no fêmur e na coluna. No entanto, é possível perceber alguns sinais de que a saúde dos ossos não vai bem.

  • dor ou sensibilidade nos ossos;
  • dor lombar e no pescoço ocasionadas por fraturas nos ossos da coluna;
  • postura encurvada.

Como é o tratamento?

Podemos dizer que a osteoporose tem cura quase impossível, porém dá para evitar maiores lesões e fraturas, além de melhorar a qualidade de vida do paciente. Os objetivos do tratamento são retardar a perda óssea, prevenir fraturas e controlar as dores.

Para o correto diagnóstico, o médico pedirá alguns exames, como o de densitometria óssea e radiografias. Uma vez identificada, a osteoporose é tratada com medicações específicas, terapias, como reposição hormonal e suplementação de cálcio e vitamina D, e cirurgias, quando necessário.

Como prevenir osteoporose?

Embora seja uma doença quase incurável, ela pode ser prevenida com a adoção de hábitos saudáveis. Quanto mais cedo adotarmos um estilo de vida compatível com a manutenção de ossos saudáveis, maiores as chances de ficar longe da osteoporose. As dicas de prevenção são:

  • mantenha uma alimentação saudável, rica e variada em nutrientes, principalmente cálcio;
  • tome sol por 20 minutos pelo menos 3 vezes na semana;
  • pratique atividades físicas regularmente;
  • abandone os maus hábitos, como cigarro e álcool;
  • quando indicado, faça reposição hormonal;
  • faça um acompanhamento médico frequente, com exames de densitometria óssea anual ou conforme a orientação médica.

A osteoporose em idosos é a grande causadora de quedas e fraturas que tanto prejudicam a qualidade de vida e o bem-estar desses pacientes. Por essa razão é importante ficar de olho na saúde dos ossos a fim de mantê-la sempre em dia para prevenir a doença.

 

 

FONTE: extraído de integrative

SUPLEMENTAÇÃO PARA IDOSOS: QUANDO E COMO COMEÇAR?

A ingestão de nutrientes adequados para a terceira idade tem relação direta com ganhos de saúde e qualidade de vida. Saiba como e quando começar sua ingestão! 

Naturalmente ao envelhecermos lidamos com as consequências da idade mais avançada, mas saiba que é possível ter saúde e qualidade de vida na terceira idade. A suplementação alimentar pode fornecer ao corpo os nutrientes que ele mais precisa nesta fase, promovendo a saúde e autonomia aos idosos.

 

Quando começar a ingestão de vitaminas?

Antes de iniciar qualquer tipo de ingestão de vitaminas é essencial que o idoso passe por uma avaliação médica para saber qual a porcentagem de vitaminas no corpo e qual a carência que o mesmo sofre. Muitas fontes garantem que o ideal é começar a ingestão de vitaminas a partir dos 50 anos de idade. Essa necessidade vai depender da qualidade de vida que cada um tem e é determinada pelo médico.

 

Quais os tipos mais comuns de vitaminas?

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1. Vitamina B12

Essa vitamina está naturalmente presente nos alimentos de origem animal. Porém, mesmo pessoas idosas que não são vegetarianas, costumam reduzir o consumo de carne porque esse alimento torna-se pesado para mastigar, engolir e digerir. Então faz-se necessária a suplementação em alimentos fortificados, cápsulas e outras fontes.

2. Cálcio

É comum que a partir do momento em que o corpo das mulheres entra na menopausa e o dos homens na andropausa, comece a perder mais cálcio e absorvê-lo em menor quantidade. Com isso os dentes enfraquecem e os ossos ficam sujeitos aos efeitos da osteoporose. Sendo assim, a suplementação de cálcio se faz necessária, seja em cápsulas ou aumentando o consumo de leite e derivados.

3. Vitamina D

Para que o organismo absorva a quantidade necessária de cálcio, ele precisa do apoio da vitamina D, que faz parte do processo. É do sol que o corpo humano obtém a maior quantidade dessa vitamina, mas ela também está em alguns alimentos. Ela é importante para músculos, cérebro, nervos e para o sistema imunológico. Nas pessoas idosas sua absorção reduz, então é importante tomar suplementos.

4. Vitamina B6

Como o organismo dos idosos vai ficando mais sensível com o passar dos anos, a vitamina B6 se torna outra suplementação essencial, ajudando a combater germes e a produzir mais energia. Ela também atua no metabolismo das proteínas, evita a retenção de líquidos e favorece a oxigenação das células.

5. Magnésio

Esse mineral é necessário para a saúde cardiovascular, dos ossos, melhora a digestão, aumenta a absorção de outros nutrientes, ajuda a manter bons níveis de açúcar no sangue e muito mais. Está entre as vitaminas essenciais para idosos e, nas fontes naturais, encontra-se nas oleaginosas, no espinafre, batata-doce, peixes e grãos integrais.

6. Probióticos

Aumentar o consumo de alimentos probióticos é essencial para os idosos, embora seja uma escolha altamente benéfica em todas as fases da vida. Os probióticos nutrem a microbiota intestinal com bactérias boas, evitando doenças intestinais e fortalecendo o sistema imunológico. Eles são os iogurtes naturais, kefir, kombucha, molho de soja, chucrute e tudo mais que for fermentado.

7. Ômega-3

São tantas as funções do ômega-3 para o bom funcionamento do organismo que há um artigo somente falando de ácidos graxos ômega-3. Basicamente, são gorduras boas e necessárias, mas que o corpo não produz, por isso precisam ser absorvidas de fontes externas, sejam alimentos ou suplementos em cápsulas. Nos alimentos ele está no abacate, nas oleaginosas, no coco e nos peixes gordos, como atum, sardinha, cavala, arenque e salmão.

8. Zinco

Outra das vitaminas essenciais para idosos é o elemento zinco. Esse nutriente fortalece a imunidade, melhora a produção e a liberação de hormônios, que é uma das funções mais afetadas nos idosos, também regula o açúcar no sangue, atua na força cardíaca, previne doenças gastrointestinais e muito mais.

9. Potássio

Para os idosos, a suplementação de potássio é tão importante porque ele atua no funcionamento do sistema nervoso, nos movimentos dos músculos e do coração. A falta desse nutriente nos idosos causa fadiga, fraqueza, insônia, depressão, desregulação das batidas do coração e cãibras.

10. Folato

Devido à fraqueza que aumenta com a idade, os idosos necessitam absorver a quantidade adequada de folato para reduzir o risco de quedas e fraturas. O folato é o ácido fólico, que está presente nas frutas cítricas, folhas verdes, aspargos, brócolis e alimentos enriquecidos.

 

Investir na saúde garante qualidade de vida!

Essas são algumas das vitaminas essenciais para idosos, pois na verdade o organismo precisa de todos os nutrientes de forma equilibrada, não apenas de alguns. Sendo assim, não deve-se esperar chegar aos 50 anos ou mais para começar a visitar o médico geriatra e outros especialistas com mais frequência.

Quanto antes começar a verificar a qualidade e quantidade de nutrientes no organismo, melhor qualidade de vida vai ter quando ficar idoso.

 

**As dicas deste artigo não substituem a consulta ao médico. Lembre-se que cada organismo é único e pode reagir de forma diferente ao mencionado. Para obter os resultados mencionados também é preciso aliar a uma vida e alimentação saudável e equilibrada.

 

 

texto extraído de: essentialnutrition; .dicasonline

O ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA E SEUS DESAFIOS

O país, que era considerado jovem, vive o aumento da expectativa de vida, que está mudando esse quadro. Até 2060, a população com 80 anos ou mais deve somar 19 milhões de pessoas, diz o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Vice-presidente do Conselho Nacional da Pessoa Idosa (CNDPI), Bahij Amin Auh afirma que a mudança começa com educação. “O Brasil conquistou a vitória de aumentar a longevidade da sua população. Hoje, vive-se mais – a média de expectativa de vida da população brasileira é de mais de 75 anos. Agora, é preciso um amplo programa educacional, para que toda a população tenha noções básicas sobre o processo de envelhecimento, para que valorize e respeite a pessoa idosa”.

Hoje, já há previsão legal, inclusive no Estatuto do Idoso, de 2003, para que os sistemas escolares trabalhem conteúdos sobre esse tema, mas, segundo Auh, isso não tem sido feito. Representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ele diz ainda que a promoção dessa valorização passa pela garantia de mais informações para os idosos acerca dos seus próprios direitos.

Outro desafio do país é aumentar a oferta de políticas públicas que garantam que a população idosa envelheça de forma ativa. “Não adianta um corpo vivo. É preciso que a mente e as relações das pessoas idosas estejam em atividade”, afirma. Uma das questões mais relevantes para ele é a política de acolhimento. Diante de mudanças nas configurações sociais, muitos idosos passaram a ficar sem companhia em casa e sem receber os cuidados necessários, conversar ou contar com o apoio da família para desenvolver atividades.

Políticas de acolhimento

De acordo com dados do Sistema Único de Assistência Social (Suas), há, no Brasil, 1.669 instituições de acolhimento de idosos. Muitas pessoas conhecem apenas as instituições de longa permanência, conhecidas popularmente como asilos. Não obstante, existem outros modelos em funcionamento no país, como os centros de convivência, onde idosos que têm autonomia praticam atividades recreativas e aprendem novos ofícios, e os chamados centros-dia, que em geral recebem pessoas que precisam receber algum tipo de atendimento terapêutico.

Tais opções ainda são restritas e estão concentradas em grandes centros urbanos, mas podem ser saídas para a situação vivenciada por muitos idosos que não têm companhia e também para os membros de famílias que precisam ou desejam trabalhar fora de casa, mas têm responsabilidades com os mais velhos.

Atualmente, cerca de 60 mil pessoas usam os diferentes serviços de acolhimento existentes, informa a coordenadora-geral de Serviços de Acolhimento do Ministério do Desenvolvimento Social, Nilzarete de Lima. Apesar de o número ser expressivo, Nilzarete diz que ainda há desconhecimento sobre os serviços e também preconceitos. “É muito presente a ideia de que as pessoas acolhidas nessas instituições são aquelas que não têm mais família e que, por isso, o atendimento dado não é adequado e não respeita a individualidade delas”.

Nilzarete reconhece, contudo, que problemas existem, e diz que tem buscado superá-los. Um problema central é a diversidade de padrões adotados nas instituições, o que está relacionado ao fato de 70% a 80% delas serem ligadas a instituições filantrópicas ou outros tipos de organizações da sociedade civil, explica Nilzarete. O governo federal participa dessa política por meio do cofinanciamento das ações e do estabelecimento de regras de funcionamento.

Nos últimos anos, o governo atua para reordenar a prestação dos serviços. Superando a antiga concepção assistencialista rumo à afirmação da assistência social como direito, diz Nilzarete, “a gente vem trabalhando com uma política de inclusão dos idosos à comunidade e de reordenamento dessas unidades, para que seja adotada uma nova visão, como política de Estado, de direito e de proteção social”. Em vez de um lugar onde os idosos são abandonados ou de um hospital permanente, ela propõe que as instituições sejam a casas dessas pessoas e ofereçam atendimento humanizado.

Para promover essa visão, ela ressalta que o Ministério do Desenvolvimento Social participa de uma câmara técnica que, junto com outras pastas, conselhos de direitos e organizações da sociedade civil, objetiva estudar a rede existente e propor esse reordenamento. Financiamento, estrutura dos locais e características dos serviços ofertados são algumas das questões analisadas. “Queremos que as famílias tenham a segurança de que vão deixar alguém no serviço de atendimento, mesmo o temporário, e de que esse parente vai ser cuidado”, afirma.

Formação profissional

Outro desafio para que os idosos recebam atendimento de qualidade é a qualificação profissional de quem trabalha com essa população. “As profissões ligadas aos cuidados com os idosos são as profissões do futuro. O envelhecimento da população vai gerar o aumento das oportunidades de trabalho para pessoas que cuidem dos idosos”, alerta Bahij Amin Auh.

Tal percepção, contudo, ainda não foi absorvida a contento pelas instituições de ensino. Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia de São Paulo, Carlos André Uehara avalia que muitos profissionais em atuação não receberam formação com um olhar gerontológico. Exemplo disso é a abordagem que infantiliza o idoso, que ele considera inadequada.

Além disso, Uehara explica que o modelo de atenção à saúde atual é baseado na busca da cura de doenças agudas, enquanto cresce o número de idosos que convivem com doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e doenças respiratórias. Nestes casos, o que resolve “não é uma consulta de 2 minutos, que passa remédio e marca retorno – é preciso mais acompanhamento”.

 

 

texto extraído de: cuidaridoso

VOCÊ SABE O QUE É A SÍNDROME DO SOL POENTE?

Também conhecida como  ‘Síndrome do Entardecer’ ou ‘Síndrome do Crepúsculo’, essa condição é comum em pessoas com a doença de Alzheimer.

Os motivos que desencadeiam essa condição ainda são poucos conhecidos, mas a possibilidade é que o Alzheimer afeta o relógio biológico da pessoa, levando-a a ciclos confusos.

Essa síndrome deixa o idoso muito confuso, ansioso e irritado, com dificuldade de se localizar no tempo e no espaço. Mesmo estando em casa, ele pede pra ir embora, e acaba angustiando as pessoas ao seu redor, que ficam sem saber o que fazer.

Se puder, tente encontrar e entender o motivo que ocasiona esse comportamento. Ouça pacientemente as preocupações e frustrações do idoso, e tente tranquilizá-lo e distraí-lo de situações estressantes ou perturbadoras.

 

Causas da síndrome do sol poente

Cerca de 30% dos pacientes com Alzheimer sofrem dessa síndrome, mas pessoas com outras demências também podem ser atingidos.

A causa está relacionada às alterações cerebrais do relógio biológico. O paciente acaba ficando confuso com o ciclo do sono, e essa instabilidade fisiológica e psicológica pode afetar o ritmo cardíaco, portanto não pode ser ignorada.

As causas e fatores que agravam a síndrome são:

Cansaço intenso, fome ou sede, tédio, dores, mudança de temperatura ou iluminação, necessidades não satisfeitas, depressão, jet lag, dificuldade de discernir a realidade, infecções urinárias e outras.

Todas as alterações desencadeadas no entardecer podem causar os seguintes sintomas:

  • Ansiedade, irritação, mudanças de humor, tristeza, confusão mental, aumento de energia, delírios, desorientação, agitação intensa, entre outros.Nem sempre é necessária a administração de medicamentos para conter o problema. Mudanças de hábitos e atitudes já fazem a diferença.

Para combater a síndrome, uma das recomendações é intensificar a luminosidade. Se necessário aumente as luzes e deixe-as acesas já a tarde, não espere anoitecer para acendê-las.

Além disso, há outras sugestões:

  • Mantenha uma rotina de sono
  • Estabeleça horários para as atividades do dia a dia
  • Planeje atividades mais intensas durante o dia, para que o idoso se sinta cansado a noite
  • Limite o consumo de cafeína e açúcar
  • Limite os cochilos durante o dia
  • Reduza os ruídos e estímulos visuais à noite, como mexer no celular, assistir televisão ou usar o computador.
  • Crie um ambiente acolhedor, com objetos e fotos familiares na decoração da casa
  • Ouça músicas suaves depois do entardecer.

Esses são alguns exemplos. Com alguns cuidados, as chances do idoso apresentar quadros da Síndrome do Pôr do Sol tendem a diminuir.

Mas mesmo assim, se for um problema, procure um médico. Muitas vezes, somente um exame bem detalhado pode identificar o que está causando a síndrome, que pode ser uma dor, distúrbio do sono, efeito colateral de medicamentos, etc.

Profissionais da saúde e cuidadores costumam compreender bem as necessidades dos idosos e portadores de doenças como Alzheimer, e podem ajudar a colocar em prática hábitos mais saudáveis, visando diminuir as consequências da síndrome do pôr do sol.

conteúdo extraído de: guiadoidoso
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